Oliveira Martins: Historia de Portugal

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1,3906,221,his,por,20131020,20121111,5,Oliveira Martins: Historia de Portugal
20131020-20121111, 221 pages, 5* SalesInfo o eng

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1.SisällysluetteloContentsСодержание
(1,2,3,4,5)
2.MuistiinpanotHighlightsПримечание
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3.SanastoVocabularyСловарь
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6.HuomautuksetRemarksЗамечания
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Sisällysluettelo Contents Содержание (Code: (1,2,3,4,5))

39901 TOMO I
39902 5: 201310200833@ aut:J. P. OLIVEIRA MARTINS
3990201 OBRAS COMPLETAS
30202 ADVERTENCIA
703 HISTORIA DE PORTUGAL
704 LIVRO PRIMEIRO Descrip^ao de Portugal
70401 I Os lusitanos
70402 10 157: 201310200905@ www:lusitanos
110403 II Fundamentos da nacionalidade
220404 III Geographia portugueza
220405 24 404: 201310201045@ www:Tejo para
280406 IV A terra e o homem
380407 V A historia nacional
4105 LIVRO SEGUNDO HISTORIA DA INDEPENDENCE
420501 I A separação de Portugal
570502 Affonso Henriques era, como se sabe, mestre na arte de reinar.
590503 II A conquista do Al-Gharb
730504 III A monarchia e a justiça
910505 IV A crise
11406 LIVRO TERCEIRO A CONQUISTA DO MAR TENEBROSO
1140601 I O Infante D. Henrique
1140602 116 2035: 201310200952@ www:O mar tenebroso
1260603 II Portugal em Africa
1310604 O principe perfeito
1440605 IV Em demanda do Preste-Joham das Indias
15407 LIVRO QUARTO A VIAGEM DA INDIA
1550701 I D. Francisco d'Almeida
1730702 II Affonso de Albuquerque
2050703 IV Summario da derrota. Volta ao reino
2200704 FIM DO TOMO PRIMEIRO
2200705 INDICE DO TOMO PRIMEIRO
2200707 222 3906: 201310200910@ reviews/A2VTU64NWS0F1Z/ref (ya_26?ie=UTF8&sort_by=MostRecentReview)
2200708 rmk:This book is a very colorful story of Portugal becoming what it was about the time of the first voyages around the world.
2200709 storms and adventures from the point of view of the crew.
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Muistiinpanot Highlights Примечание (Code: h)

1 (10)
Tragica e ardente sempre, a historia hespanhola differe da portugueza que é mais propriamente epica; e as differenças da historia traduzem as dessimilhanças do caracter.
2 (13)
nações politicamente unificadas desde largos séculos: taes são o paiz basco, a Galliza e o Aragão, na Hespanha: a Irlanda e a Escócia, de raça celtica, na Inglaterra; a Provença, ou a Bretanha, em França: e. Russia, a Finlandia que é scandinava, ou as províncias balticas que são germanicas. [9] Finlandia que
3 (13)
uma continuação natural da zona geographica portugueza, podia muito melhor formar com Portugal uma nação, do que Portugal com Castella».
4 (14)
É conhecido o papel {pg. 12} da politica no sentido do unificar as linguas do uma nação; abundam os exemplos de linguas substituídas, e nem sempre a lingua denuncia a stirpe Os normandos perderam em França o seu idioma scandinavo, os burgundios o os lombardos, na França e na Italia, os seus idiomas germânicos; á maneira dos oseos e umbrios [13] que tinham trocado pelo latim as suas linguas. Não se pretenda
5 (15)
Não se acham por esse mundo homens de uma mesma raça falando idiomas diversos, e populações de um mesmo idioma, pertencendo a raças differentes? [15]
6 (17)
É verdade que a nossa independencia restaura-se em 1640.
7 (17)
perda do Brazil, reduzindo o reino á miséria, veiu mostrar a fragilidade do nosso edifício politico.
8 (18)
7 condição do territorio do moderno Portugal na segunda metade do XI seculo.
9 (20)
Será porventura a raça que delimita as fronteiras da nova nação? Ocioso é já responder. Será a geographia? Não parece; desde que vêmos a raia cortar de lado a lado as planícies do Alemtejo, as bacias do Tejo e do Douro, e cair perpendicularmente sobr...
10 (20)
O equilíbrio. O equilíbrio é com effeito o elemento ponderador:
11 (23)
Erguido em frente do mar como um amphitheatro cujos primeiros degraus as ondas constantemente aspergem, o territorio portuguez, independente, adquiriu d’esta localisação um caracter seu: ao mesmo tempo que nos habitantes de Portugal acaso uma diversa...
12 (24)
conquistadores, desvendámos todos os segredos dos Oceanos; mas o nosso império no Oriente foi um desastre, para o Oriente e para nós.
13 (24)
Portugal é um amphitheatro levantado em frente do Atlântico que é uma arena. A vastidào do circo desafia e provoca tentações nos espectadores, arrastando*os afinal á laboriosa empreza das navegações, que era para elles um destino desde que a política...
14 (27)
Pequenas são as nodoas schistosas na área circumscripta: S. João-da-Pesqueira e Villa-nova-da-Foscoa,
15 (41)
(DYNASTIA DE BORGONHA: 1109-1385)
16 (47)
Beijos lascivos, perfidias indignas e barbaridades ferinas, eis os elementos que constituíam a mulher da Meia-Edade.
17 (52)
Não tinha a nobreza do leão, nem a astúcia ferina do tigre: possuía apenas a tenacidade brava e bronca do javali.
18 (54)
0 papado exercia então na Europa uma especie de suzerania espiritual sobre os príncipes christãos; porque no meio d'esses guerreiros.
19 (55)
Havia um soberano, rei dos reis: o papa.
20 (56)
o papa cuidadosamente evita chamar-lhe rei, e reino a Portugal.
21 (74)
doidos.
22 (75)
avd
23 (83)
Entretanto o de Coimbra encerrava os templos e negava os serviços religiosos aos fieis: era esse um dos meios ordinários de combate. Sancho I vae a Coimbra, faz de bispo, obriga os padres, á força, a celebrarem os officios divinos, mandando arrancar...
24 (85)
O povo costumou-se a dizer: «El-rei D. Diniz fez tudo o que quiz.»
25 (85)
«Nenhumas bulias, nem lettras pontifícias serão publicadas em Portugal sem consentimento meu.»
26 (85)
105 enthusiasmo por um povo que o adorava, era a voz indomável da nação que falava por sua bocca.
27 (90)
D. Diniz lavrou o primeiro tratado mercantil com a Inglaterra (1308).
28 (91)
ensino—o corpo da nação portugueza, até ahi acephalo, achava em Lisboa a (pg. 127} capital.
29 (98)
desde as hervas até aos telhados.
30 (101)
diante do leito.
31 (104)
Arreal, arreal, por Portugal! Esse era effectivamente o grito da nação: por Portugal!
32 (116)
Maps as attachments would be helpful with links to and fro Mediterraneo. Tinha,
33 (116)
117 2047: 201310200947@ www:http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_Atl%C3%A2ntico o mar tenebroso
34 (119)
os mappas de Valseca, as narrativas {pg. 170} e roteiros dos pilotos, as rudes cartas marítimas,
35 (119)
Essa paixão naturalista da Renascença nos seus primeiros tempos, essa tenaz curiosidade scientifica, differia essencialmente do mysticismo religioso da Edade-média, eivado de phantasias kabbalisticas, e da ingenuidade das mythogenias primitivas. O ho...
36 (120)
Mas desde o meiado do XII seculo o exame das armadas de Cruzados, com cujo auxilio Lisboa e depois Alcácer foram tomadas, tinha vindo accrescentar os conhecimentos:
37 (122)
D. Fernando, o amavioso e infeliz rei, merece n'esta historia uma menção condigna. Apesar das chimeras da sua politica tornarem em derrotas as suas emprezas, a sabedoria e o alcance economico da sua legislação dão-lhe o direito de preeminencia na his... naval dos portuguezes. Já então a alfandega de Lisboa rendia, por anno, de 35 a 40 mil dobras: [69]
38 (122)
Era uma Veneza que se formava para succeder á antiga; e, como nas cidades republicanas da Italia, tambem o commercio era privilegio dos mercadores, prohibido aos nobres e clérigos, sendo vedado aos estrangeiros negociar fóra do porto-franco de Lisboa...
39 (122)
Creou bolsas de seguros marítimos.
40 (152)
Logo que Vasco da Gama chegou, decidiu-se, pois, enviar uma grande armada á India; porque agora, sabido o caminho, não havia mais receios, nem motivos, para reduzir o numero, nem a lotação dos navios. Pedro Alvares Cabral fôra nomeado
41 (153)
O almirante acaso pensava, já no Tejo, n'esse rumo de Oeste, o de Colombo, que o levaria á America; e porventura acreditava pouco na existencia do lendário Preste-Joham, por cuja causa tantas viagens se tinham feito.
42 (174)
Os arabes defenderam a sua ilha em vão; e Cunha matou-os todos, sem ficar um só, e construiu a fortaleza, deixando-a guarnecida. Feito isto, dirigiu-se á India, destacando Albuquerque (impaciente quasi até á rebeldia, durante a delonga da construcção... Tristão da Cunha desappareceram,
43 (175)
grandes serranias de pedra viva, e no mar alguns zambucos e náus
44 (178)
Começou a varejar em torno o estendal de barcos, reduzindo-os a uma massa de destroços, de naufragios e cadaveres que era horroroso de vêr. Estava como um lobo no meio de um rebanho de ovelhas. Não era uma batalha, era uma carnagem. Os fugidos nadava...
45 (182)
Ceylão, a terra encantada das pedras preciosas, delicias do mundo, patria da canella e das pérolas, achamol-o, já em maio, em frente de Malaka, no extremo Oriente.
46 (183)
n'um galope até Meka, logar santo mal guardado por gente prostrada em adorações. Roubaria o thesouro sagrado e o proprio corpo do propheta: com ambos se resgataria o Santo-Sepulcro de Jerusalem, captivo.
47 (185)
Era estribeiro-mór de D.João II {pg. 267} e já um grande fidalgo quando, em 1503, D. Manuel o mandou á India pela primeira vez.
48 (185)
186 3271: 201310200923@ WWWILeao-do-mar.
49 (185)
Hormuz, Goa, Malaka, os tres pontos cardeaes do império fundado por Albuquerque no breve periodo de cinco annos (1507-11), valiam o dominio em todo o mar das Indias e a vassallagem de todas as costas.
50 (187)
Hormuz, a meu vêr, é a principal de todas. E se el-rey de Portugal tivera senhoreado
51 (187)
188 3298: 201310200922@ www:I http://www.google.fi/search?hl=fi&redir_esc=&dient=tablet-android-samsung&source|
52 (189)
Os fumos da India (como Albuquerque dizia) embriagavam os pobres portuguezes, limitados na {pg. 274} Europa á porção côngrua do bragal e do aço, sujeitos a uma forçada sobriedade e a costumes mais presos. Na índia o fumo desenfreava o animal, que se ...
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Sanasto Vocabulary Словарь (Code: w)

1 leiva: leiva s (10)
f. 1. Terra lavrada. 2. Sulco aberto por arado; gleba. 3. Elevagáo ou manta de térra, entre dois sulcos. 4. [Portugal: Beira] Aduela.
2 amphictyonia: No definition found (12)
3 minhoto: minhoto |ó| adj (15)
1. Relativo ao Minho. 2. Diz-se de urna raga de bovinos, também chamada galega. • 5. m. 3. Natural do Minho. 4. Pega de pau que segura a madeira rachada para que nao
4 azar s, m (18)
1.Má sorte. 2. Infelicidade. 3. Enguigo. 4. Moeda asiática. 5. [Botánica] Planta de flores brancas odoríferas. 6. [Viticultura] Casta de uva branca. • v. tr. 7. Dar azo a. • i/.
5 façanha.: fa£anha 5, f. 1. Grande feito. (23)
PROEZA 2. [Irónico] Ato feio ou indigno. 3. Desformo tirado de pessoa de notoria ¡nferioridade de forgas.
6 abelhas: abelha \â ou ê| s (30)
f. 1. [Entomologia] Inseto himenóptero, que produz ? mel e a cera. 2. [Botánica Abelheira.
7 relva: relva |é| s. f. ?. Erva miúda antes de ter a espiga. 2. Terreno coberto de erva. (32)
GRAMADO
8 phrigio: No definition found (33)
9 cazeiro: No definition found (34)
10 toldado: toldado adj (34)
I.Coberto com toldo. 2. Turvo. 3. Nublado, encoberto. 4. [Figurado] Embriagado.
11 cataratas: catarata s (35)
f 1. Queda de água corrente desde grande altura. 2. Catadupa. 3. [Medicina] Opacidade parcial ou total que impede a chegada dos raios luminosos á retina. • cataratas 5, f.
12 eirado: eirado 5, m (35)
1. Espago descoberto, sobre urna casa, ou ao nivel de um andar déla. 2. Terrado; terrago; elra.
13 suão: suäo adj (35)
s. m. Diz-se de ou vento quente do sul. • Confrontar: soäo.
14 cevadilha: cevadilha s (36)
f. 1. [Botánica] Planta liliácea ou colquicácea. 2. As sementes dessa planta, que sâo estemutatórias. 3. O loendro ou espirradeira (planta apocinâcea). carvalho, o
15 beirão: beiräo adj (37)
s. m. 1. Que ou aquele que é natural das Beiras. 2. [Portugal: Trás-os-Montes] Castanheiro recém-nascldo. • Femlnlno: belra ou beiroa. Plural: beirões.
16 outeiros: outeiro 5 (38)
/77, 1. Colina. 2. [Antigo] Festa no pátio dos conventos em que os poetas glosavam os motes propostos pelas freirás. • Sinónimo geral: OITEIRO
17 mister: mister\mísíer\ s (48)
m. Ver mister. • Etimología: palavra inglesa
18 achou: achar v; tr (49)
1. Encontrar (procurando ou nao). 2. Descobrir, inventar. 3. Ter na conta de. • v. pron. 4. Estar. • 5. m. 5. Especie de conserva da india.
19 paixão: paixáo s (50)
f 1. Impressáo viva. 2. Perturbagáo ou movimento desordenado do ánimo. 3. Grande inclinagáo ou predilegáo. 4. Afeto violento, amor ardente. 5.0 objeto desse amor. 6. Pena,
20 torneio: torneio 5 (53)
/77, I.Ato ou efeito de tornear. 2. [Figurado] Elegancia de formas. 3. Elegancia de frase. 4. Festa militar do tempo da cavalaria medieval. 5. Justa. 6. Polémica. 7. Concurso. 8.
21 improfícua: improfícuo adj (53)
I.Náo proficuo. 2. Váo, inútil, baldado, frustrado.
22 licito: lícito adj. 1. A que a lei náo se opoe. (54)
LEGAL.. PERMITIDO • adj. s. m. 2. Que ou o que é permitido ou admissível. - Etimología: latim Hcitus, -a, -um, permitido,
23 onças: on£a s. f 1. [Zoología] Grande mamífero felino, parecido com o leopardo, que vive na Ásla, com pelagem aclnzentada com manchas escuras. (56)
LEOPARDO-DAS-NEVES 2. [Zoología] O mesmo
24 apeiavam-se: No definition found (59)
25 cerco: cerco |é| s (63)
m. 1. Ato de cercar. 2. Disposipao de tropas em redor de urna prapa ou fortaleza da qual se vao aproximando no possível. 3. Campo cercado. 4. [Termo venatorio] Disposipao de
26 joelho: joelho |â ou ê| s (64)
m. 1. Parte anterior da articulaçao média da perna. 2. [Técnica] Articulaçao, dobradiça. 3. Aparelho que sujeita um instrumento ao seu tripé.
27 brios: brio 5 (66)
m. 1. Pundonor que induz a cumprir ? dever ou aínda mais que o dever. 2. Generosi- dade. 3. Valor. 4. Garbo. 5. Fogo, vlvacldade (do cavalo).
28 ameias: ameia 5 (70)
f. Cada urna das aberturas no alto da muralha, ou do edificio, para por elas se atlrar sobre o inimigo. (Mals usado no plural.)
29 chammas: No definition found (70)
30 louros: louro s (70)
/77, I.Loureiro. 2. Folha ou ramo de loureiro. 3. Flomem de cábelo louro. 4. [Informal] Papagalo. • adj. 5. Que é da cor do ouro. • louros 5, /77, pí 6. Coroa triunfal. 7. Gloria ou
31 fraqueza: fraqueza |ê| s (74)
f. 1. Perda da força. 2. Falta de solidez. 3. Debllldade. 4. Fragllldade. 5. Perda de energía. 6. Tendencia para ceder a sugestáo ou Imposlçôes. 7. Pusllanlmldade. 8. Complelçâo
32 açoute: açoute s (75)
?. ? mesmo que açoite.
33 Filhem: Filhem - Dicionário inFormal www (76)
dicionarioinformaLcom.br/filhem/ ^ Transíate this page Significado de filhem no Dicionário inFormal online de Portugués. O que é : filhem - filhem é urna flexáo defilho: Cria do homem. do ser humano.
34 vertigem: vertigem s. f. I.Sensagáo ilusoria de movimento do corpo ou movimento á volta do corpo. (78)
DELÍQUIO, TONTURA, VÁGADO 2. [Figurado; Tentagáo súbita; ato descontrolado ou
35 mestrado: mestrado s (86)
m. 1. Dignidade ou cargo de cubiça: cubicar v. tr. Cubar. • Etimología: cúbico + -ar
36 mestre de ordem militar (89)
2. Grau de mestre, que se pode obter após a conclusáo da licenciatura ou do bacharelato. 3. Curso para obtengáo do grau
37 fraco: fraco adj (93)
1. Que nao é forte. 2. Que tem menos força que a regular. 3. Que nao tem as condiçoes necessárias de robustez. 4. Débil; sem vigor; debilitado, combalido. 5. Que tem pouca
38 achegador: achegador |ô| adj (94)
s. m. Que ou ? que achega. • Etimología: achegar + -dor
39 feitio: feitio 5 (94)
/77, 1. Forma, configuragáo, feigáo, conformagáo. 2. Corte; agougue. 3. rigurado] Especie, laia, qualidade. 4. Caráter, modo de pensar ou de proceder, genio, índole.
40 esporeando: esporear v (96)
tr. 1. Picar com as esporas. 2. [Figurado] Estimular, incitar.
41 algazarra incrivel: algazarra s. f. 1. Barulho provocado por muitas pessoas a falar ou a gritar. (104)
AS SU ADA VOZEARIA 2. Tumulto clamoroso. = CELEUMA 3. [Antigo] Gritaría dos mouros no inicio dos
42 soezes: soez é ad) (108)
2g. Torpe; reles; vil.
43 trevas: trevas s (109)
f. pl. I.Escurldao. 2. Auséncia completa de clarldade ou de luz. 3. [Por extensác] Nolte. 4. [Figurado] Falta de luz Intelectual. 5. Ignorancia. 6. Falta de clvlllzagao. 7. [Liturgia
44 bésteiros: besteiro |é| s (112)
m. 1. Soldado armado de besta. 2. Fabricante de bestas. 3. Cardador. 4. [Botánica] O mesmo que erva-besteira. - Etimología: besta |é| + -eiro
45 alfandega: alfándega s. f. 1. Repartigao onde se pagam os direitos de entrada ou saída de mercadoria. (126)
ADUANA 2. Edificio onde está essa repartigao. = ADUANA 3. Direitos alfandegários. = ADUANA 4.
46 fustas: fusta 5 (126)
f. I.Antiga embarcagao comprida, de fundo chato, de vela e remos, de um ou dols mastros. 2. [Antlgc Espécle de xale. 3. [Brasil] Comente de relóglo.
47 orçamento: opamente s (129)
m. 1. Conjunto das contas provisionais e anuais das receitas e das despesas do Estado, das coletividades e estabelecimentos públicos. 2. Conjunto das Kopioitu leikepöydälle
48 peccou: No definition found (131)
49 ração: ragáo s (132)
f. 1. Porgáo de alimento ou de bebida para um ou mais dias de alimentagáo de homens ou animáis ou só para urna comida ou vez. 2. [Figurado] Pequeña quantidade, por conta, peso e
50 «Fartar: fartar v; /r, 1 (133)
Encher de comida ou de bebida; saciar. 2. [Figurado] Satisfazer plenamente. 3. Cansar. 4. Causar aborrecimiento. • v. intr 5. Ser mais que bastante. • v. pron. 6. Saciar-se; beltraneja
51 cans: No definition found (136)
52 esporas: espora |ó| s (137)
f 1. Instrumento de metal, armado de pontas ou de um disco dentado (roseta), que se adapta á parte posterior do calgado, para picar o animal em que se monta. 2. [Figurado] Estímulo,
53 mômos: momo |ó| 5, /77, 1 (141)
[Mitología] Deus da sátira e c riso. 2. [Mitología] Filho do Sol e da Noit segundo Hesíodo. 3. Momice; representase mímica. 4. Farsa satírica. 5. [Figurado] Escárnio. Full Definitioi
54 beira (155)
beira s. f. ?. Margem, proximidade, borda, orla. 2. Aba de telhado.
55 rumes: rumar v. tr. 1. [Marinha] Por num rumo (urna embarcagáo). 2. Tomar urna diregáo. (165)
IR • Sinónimo geral: DIRIGIR - Etimología: rumo + -ar Kopioitu leikepöydälle
56 amuradas: amurada s (166)
f. [Marinha] Parte inferior da borda que serve de parapeito ao navio.
57 crivadas: crivado adj (166)
1. Furado em muitas partes por. 2. Coberto, cheio. - Etimología: participio de crívar
58 pelouros: pelouro 5 (167)
/77, I.Bala de pedra; bala. 2. Bola oca de cera que se usava para nela se encerrar o voto escrito para eleigóes municipals, etc. 3. Cada um dos ramos de administragáo
59 rumes: rumar v. tr. 1. [Marinha] Por num rumo (urna embarcagáo). 2. Tomar urna diregáo. (174)
IR • Sinónimo geral: DIRIGIR - Etimología: rumo + -ar
60 taforeas: No definition found (183)
61 tauxiadas: tauxiar v (192)
tr. Ornar ou lavrar com tauxia.
62 calhaus: calhau 5, m (192)
1. Pedago de rocha dura. 2. Pedra solta. 3. Seixo. 4. [Portugal: Madeira] Praia de seixos. - Etimología: origem controversa
63 tisnados: tisnado s (193)
m. 1. Enegrecido. 2. [Brasil. Popular] O Diabo.
64 prezas: prezar i/, tr. 1. Estimar muito. 2. Ter em grande consideraçao. (193)
RESPETAR 3. Ter como desejo. = ALMEJAR, DESEJAR • V. pron. 4. Estimar-se, respeitar-se, ter dignidade. 5. Ter orgulho ou
65 limadas: limado adj (193)
1. [Figurado Limpo. 2. Aperfei- goado, polido, castigado. 3. Diz-se do peixe temperado com sal e limao.
66 peleja: peleja |á ou é ou ái| s (193)
f. 1. Combate, batalha, briga. 2. Contenda, rixa. 3. rigurado] Diligencia que se faz para vencer as paixóes. 4. Trabalho na execugáo de alguma coisa.
67 pardaus: pardau s (195)
m. 1. Antiga moeda da índia. 2. [Portugal: Madeira] Espécie de pardal.
68 algemados: algemar 1/ (196)
tr. 1. Prender com algemas. 2. figurado Oprimir; subjugar.
69 esfarrapados: esfarrapado adj (197)
1. Roto; vestido de farrapos. 2. Dilacerado. 3. Desconexo.
70 chusma: chusma s (197)
f. 1. Tripulagao. 2. Multidao. 3. Grande quantidade. 4. Montao. 5. Rancho. 6. [Música] Conjunto de vozes de um coro.
71 apenas: apenas |é| adv (199)
I.Somente. 2. Com custo, difícilmente, escassamente. • conj. 3. Logo que, táo depressa como.
72 4 alcances: alcance s (199)
m. 1. Ato ou efeito de alcangar. 2. Distancia que pode ser vencida. 3. Encalgo. 4. Conseguimento. 5. Valor, importancia. 6. Força (da capacidade, do talento, da vista,
73 peita: peita 5 (200)
f 1. Dádiva para subornar; suborno. 2. [Antigo] Tributo que pagavam os que nao eram fidalgos.
74 mancebas: manceba |ê| s (204)
f. Mulher amancebada; concubina.
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120131020+3p=3p1%

Yhteenvedot Reviews Резюме (Code: ###)

Oliveira Martins: Historia de Portugal
1,3906,221,his,por,20131020,20121111,5,Oliveira Martins: Historia de Portugal
20131020-20121111, 221 pages, 5* SalesInfo o eng

Historia de Portugal: Tomo I (Portuguese Edition)
Price: $0.00, November 22, 2012

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5.0 out of 5 stars

Fascinating history book

This review is from: Historia de Portugal: Tomo I (Portuguese Edition) (Kindle Edition)

This book is a very colorful story of Portugal becoming what it was about the time of the first voyages around the world. This not just a general description what happened but a chain of events on personal level, storms and adventures from the point of view of the crew. Meeting with indigenous people, founding commercial enterprises, struggle for power in them. I understand that this is just the first part of a complete series. So I eagerly await the next part. This book is peculiar also in another respect: the handling of the file is perfectly logical. You get the information, where you are, how far is the next suitable spot to stop. Only one thing is missing: the possibility to download your own dated markings: bookmarks, highlight, notes for further elaboration and learning. Please give the reader that possibility, because the file in question must exist as you can any time look at it. I have built it, I own it, Kindle is in a way confiscating my property by not giving me the access to my file.

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Oliveira-HistoriaPortugal-ajk.txt o MyeBooks o 20131020-20121111, 221 pages, 5* SalesInfo o eng

Asko Korpela 20180410 (20110710) o Ajk homepage o WebMaster
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